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Empatia não é “sinto muito”, é ação!

Empatia não é “sinto muito”, é ação!

Se alguém tivesse a ideia de elaborar um ranking com as palavras ou conceitos em alta no momento, seguramente a empatia estaria em posição privilegiada. Especialmente por conta do momento que o mundo enfrenta, cujo protagonismo foi assumido pela pandemia da Covid-19, tanto socialmente quanto na esfera corporativa, a importância de assumir uma postura empática é amplamente necessária.

O mercado de trabalho, hoje, não tem os seus olhos somente voltados às chamadas hard skills – habilidades técnicas. Um profissional competitivo precisa desenvolver suas habilidades emocionais – soft e human skills -, como a resiliência, a capacidade de trabalhar em equipe, a comunicação, a organização e outras. Nesse pacote, a empatia também tem o seu espaço. Porém, o que exatamente é ser empático e como levar a postura de empatia ao ambiente corporativo? 

Empatia é fazer crescer o senso de pertencimento

Uma das maiores empresas de saúde animal do mundo, a Boehringer Ingelheim apostou na criatividade para tornar o seu ambiente de trabalho ainda mais engajador, produtivo e empático ao dar voz a seus colaboradores, fortalecer o sentimento de propósito e potencializar o senso de pertencimento.

Após realizar as formações de Instrutor Master e Design de Aprendizagem da #EscolaVivaSG, um horizonte de oportunidades se abriu para a Coordenadora de Treinamento e Inteligência de Mercado da empresa, Vanessa Vardy. Ao aliar todo o aprendizado obtido nas duas certificações, a executiva deu vida ao divertido projeto PetTubers. 

A iniciativa, que possibilita que os times de distribuidores da organização façam de seus pets verdadeiros influencers, não só fez crescer o engajamento, a comunicação, a performance e os índices de pertencimento, como também foi reconhecida, premiada e exposta com orgulho pelo time da executiva nas redes sociais. Os resultados foram extremamente satisfatórios e a ideia é que o projeto seja ampliado.

“Eu fiquei muito impressionada com as formações que eu fiz na #EscolaVivaSG, afinal o insight do PetTubers surgiu nelas. Eu estava insegura de assumir essa nova área, pois não tinha nenhuma formação técnica em desenvolvimento de pessoas e se eu não tivesse feito os cursos, muito provavelmente eu não teria tido essa ideia”, conta a coordenadora.

Na 29ª edição do podcast Onde Quiser, o Gerente Regional de Desenvolvimento Sicredi Centro Sul MS, Alex Machado, conta que, assim como Vanessa, teve importantes insights após concluir a certificação internacional Instrutor Master EAD. Para ele, o ponto de maior destaque ao desenvolver pessoas é aplicar as técnicas aprendidas que reforçam o quão fundamental é buscar compreender o que as pessoas estão sentindo em relação às metodologias de aprendizagem aplicadas.“Nossa formação in company foi 100% digital. Em nenhum momento se perdeu energia! As técnicas de olhar, ouvir e trazer para a construção são pontos-chaves dentro deste ‘novo normal’. O resultado foi fantástico, vale muito a pena olhar desta forma para o desenvolvimento do outro”, salienta. Ou seja, a empatia não está em desenvolver as pessoas por si só, mas em criar ambiente e cultura poderosos de aprendizagem.

Hoje, o T&D consegue ser um suporte para a liderança com programas de desenvolvimento para esses líderes, pensando nesse cenário e nas necessidades do presente e também do futuro. É preciso investir em treinamentos como resiliência, gerenciamento de estresse, mindfulness, saúde mental, entre outros. O que foi é passado. É preciso olhar para o hoje, mirando os objetivos do futuro; e a SG tem expertise em desenhar treinamentos customizados pensando em tudo isso! Venha nos conhecer neste link.

A crise da covid-19 vai passar, mas cabe a líderes e liderados construírem, desde já, uma relação empática que seguirá mesmo após o “novo normal” se assumir de vez como o “normal”. Cuidar e apoiar agora criará equipes motivadas e coesas, e conscientes de que têm à frente uma condução segura e na qual podem confiar. Por fim, não se esqueça: empatia não se romantiza com a indiferença disfarçada em um “seja forte porque estamos no mesmo barco”, a empatia se pratica.

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