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É possível aprender algo no momento da aplicação?

É possível aprender algo no momento da aplicação?

Você já ouviu falar em Learning At Moment Of Apply ou Aprendizado no Momento da Aplicação? Atualmente o aprendizado no mundo corporativo está ganhando uma nova roupagem, à medida que as organizações percebem as oportunidades que as novas tecnologias oferecem para disponibilizar informações para os profissionais. O profissional moderno deseja um aprendizado personalizado apenas para as suas necessidades e disponível em uma variedade de dispositivos. Eles são mais adaptáveis, colaborativos e auto direcionados do que as gerações anteriores. Eles usam smartphones para procurar respostas a qualquer momento e esperam acesso imediato às informações.

As empresas valorizam os profissionais que são capazes de aprender, tomar decisões e executar seus trabalhos de forma independente. Hoje, o aprendizado contínuo durante as atividades comerciais diárias é essencial. É o combustível por trás da produtividade e desenvolvimento de longo prazo dos profissionais.

Há vários anos, Conrad Gottfredson e Bob Mosher, da APPLY Synergies, conduziram estudos sobre aprendizado e suas pesquisas identificaram cinco momentos únicos em que as pessoas estão aprendendo. Esses momentos incluem:

Novo – Aprendendo algo pela primeira vez.
Mais – Expandindo o que foi aprendido.
Aplicar – Agir de acordo com o que foi aprendido. Isso pode incluir planejamento, lembrança ou adaptação.
Solução – Usando o conhecimento para resolver um problema em uma situação em que algo não funcionou conforme o esperado.
Mudança – Aprendendo uma nova maneira de fazer alguma coisa. Isso requer abandonar práticas confortáveis ​​para práticas novas e desconhecidas.

Os 5 momentos da necessidade de aprendizado em ação

Os dois primeiros momentos “novo” e “mais” estão associados ao treinamento formal, enquanto os três últimos existem no campo do suporte ao desempenho. Eles são necessários quando necessários, não quando alguém está assistindo a uma aula. Também é necessário na quantidade certa, não na quantidade considerada importante para a duração de uma aula.

É muito provável que ocorra mais aprendizado no momento da “aplicação”, quando os profissionais puderem aprender enquanto realizam tarefas diárias e não forem forçados a se afastarem do fluxo de trabalho normal. As redes de conhecimento social são frequentemente usadas como um recurso em tempo real para o aprendizado aplicado, fornecendo respostas e informações sempre e onde os profissionais precisarem.

Obviamente, aprender como concluir uma tarefa corretamente não é suficiente. Os profissionais devem ter confiança em seus conhecimentos para resolverem problemas e imprevistos. Mais importante, quando não têm certeza da solução de um problema, eles devem saber onde encontrar as informações de que precisam. Uma rede de conhecimento social capacita-os a resolverem rapidamente os problemas decorrentes, aprendendo com os erros e sucessos uns dos outros.

O momento final da necessidade de aprendizado, “mudança”, pode ser o mais desafiador a ser cumprido. Quando as organizações enfrentam mudanças, os profissionais geralmente ficam desconfortáveis ​​em abandonar o que funcionou no passado. Deixar de lado o que é confortável e se adaptar a algo novo pode ser um processo muito diferente para cada indivíduo.

A melhor maneira de permitir que os profissionais mergulhem na mudança é incentivá-los a aprender e se adaptar em seu próprio fluxo de trabalho é compartilhando informações sobre a mudança. Quando o conhecimento de um profissional individual se torna o conhecimento de todos, as mudanças em toda a organização podem ocorrer de maneira mais rápida e fácil.“As pessoas se tornam mais fortes quando são capazes de aprender, resolver problemas e fazer mudanças por conta própria, encontrando respostas e adquirindo experiência prática. No T&D, por exemplo, existem várias maneiras de apoiar esses momentos como e-learning, microlearning, gamification, vídeos, entre outros. No entanto, esse modelo requer uma mudança completa de mentalidade sobre o portfólio de aprendizado. O que muda é o nosso learnability, ou seja, a nossa capacidade de aprender”, finaliza Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa.

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