5 lições que a Copa do Mundo tem a ensinar sobre desenvolvimento de competências

A intensa globalização e o avanço tecnológico levou as empresas a buscarem um elemento imprescindível: o capital humano. Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, investir no desenvolvimento de competências dos colaboradores passou a ser o principal diferencial das organizações para o alcance de resultados. Na prática, essa modalidade de gestão prioriza a análise dos objetivos organizacionais, a avaliação em tempo real de performance e a contribuição direta dos profissionais no êxito da companhia. A ação também favorece feedbacks capazes de melhorar o direcionamento de cada um. Ou seja, promove um alinhamento entre as habilidades dos funcionários e as metas empresariais.

Entre os principais benefícios da gestão por competências, encontram-se: aumento da motivação e engajamento do colaborador, queda de turnover, otimização do tempo dedicado as atividades de trabalho, crescimento de possibilidades de promoção de carreira, expansão da produtividade e formação de uma vantagem competitiva por parte da corporação. “A abordagem não detecta falhas e por consequência pune quem as comete, obviamente. Na verdade, o gestor exerce um papel de apoio ao colaborador para torná-lo mais pró-ativo e com uma rotina organizada. O profissional também consegue identificar os pontos de melhoria na companhia ao rever estratégias e aprimorar procedimentos”, afirma Flora Alves, CLO da SG – Aprendizagem Corporativa.

Neste contexto, a especialista alerta para a importância de ter em mente que a prática não é restrita ao ambiente corporativo. Portanto, permeia outros âmbitos sociais, sendo um deles o esporte. A Copa do Mundo que acontece este ano de 14 de junho a 15 de julho na Rússia é uma referência em desenvolvimento humano por conta dos times esportivos de alto rendimento que ensinam lições desde pensamentos estratégicos a controle emocional e resiliência.

Diante disso, a Flora listou as 5 principais competências que podem ser analisadas tanto no contexto organizacional quanto esportivo, rendendo bons insights para ambas as esferas.

Visão Estratégica

Tanto em uma equipe de futebol quanto em uma companhia de sucesso e alto desempenho, é preciso ter visão estratégica, ou seja, perceber o todo e não apenas a soma das partes. Focar nas funções que cada jogador (colaborador) desempenha pode afastar o gestor da compreensão mais essencial: a das habilidades e competências que devem ser trabalhadas.

Tomada de decisão

O esporte lida com pressão por resultados o tempo todo. Nesse contexto, a tomada de decisão quase sempre deve ser orientada pela estratégia da equipe, não apenas por uma contingência ou casualidade. Mas como tomar as melhores decisões? Talvez seja hora de trabalhar um conjunto de competências comportamentais que também atende pelo nome de “inteligência emocional”.

Motivação

Estar motivado ajuda na execução de qualquer tarefa. Por esta razão, é necessário acreditar no time e motivá-lo. Aqui, uma dica é trabalhar para priorizar uma atitude positiva frente aos desafios diversos.

Comprometimento

Um profissional comprometido é leal à empresa e se dispõe a solucionar qualquer desafio, pois a atenção está voltada completamente para as demandas corporativas. Liderança tem muito a ver com isso e é preciso ter um olhar especial para ela.

Resiliência

Pessoas resilientes são fortes, calmas, positivas e conseguem relacionar-se de maneira saudável. Elas também sempre estão em busca de caminhos para evoluir já que tem uma enorme capacidade para adaptação mesmo em meio a crises. Talvez valha a pena lembrar do exemplo de Thiago Silva, capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2014, que foi extremamente criticado por ter demonstrado suas emoções nos jogos do Brasil e agora pode dar a volta por cima.

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